Quantas vezes pensamos o q’somos, pq existimos… quantas vezes pensamos em mil e uma coisas a ouvir aquela musica… naquele momento de inspiração… quantas… sussurramos baixinho e para nós mesmos tanta coisa… desde coisas importantes a coisas sem sentido… quantas vezes na vida caímos em nós. E nos apercebemos que ela, (a vida), é pequeníssima demais para estarmos a pensar em fazer planos disto ou daquilo… pensamos em tudo o que já fizemos e na borrada, mesmo na merda que saiu… pensamos que se nada fosse planeado saísse melhor, nos desse mais gozo e olha… o que saísse saia… quantas vezes a musica da vida para e nós reflectimos para nós mesmos. Nos dá vontade de gritar e a voz nos falta… quantas vezes na vida a vida continuou mesmo quando por momentos pensáva’mos que ela ia parar. Pensamentos estúpidos, sem sentido nem nexo. Momentos de total disfunção da realidade… quantas vezes na vida pensamos? Será que realmente pensamos ou pensámos? Será que a vida existe? Será que a vida de cada um é um filme e apenas o estamos a ver? O estamos a conhecer… num corredor sem nada a minha volta, só a parede e uma porta ao fundo vejo a minha vida a passar no plasma estampado no tecto… plasma sem fim nem começo… e cada vez que ponho os olhos na porta. Ela está mais longe… um pensamento que não me sai da cabeça… um pensamento que eu pensei e me anda a remoer a mente… a injustiça da distância e a distância da injustiça. Uma vida de merda de total entrega e pouquíssima entre ajuda. O que há a fazer? Viver. O pensar que isto ou aquilo mudará o destino é um erro! Acreditem. O presente somos nós! Mas o destino já está escrito. A vida não é um mar de rosas nem nunca o há’de ser… há que ter a consciência disso… ter força faz parte… descontrair, agir, reagir, não cruzar os braços. O básico e o que há a fazer, é viver recordando tudo de bom o que passamos e a chave para tudo o que há de vir é não planear um futuro que nem um vidente. Viver descontraidamente e encarar o amanhã como uma dádiva. Tal como eu encaro esta luz que se fez para escrever tal barbaridade :o
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